Adolescente contou a funcionários da escola com quem e como conseguia a droga
Leandro Nogueira
leandro.nogueira@jcruzeiro.com.br
Um operador de máquina de 28 anos teria pago favores sexuais prestados pela enteada de 13 anos com maconha e cocaína. Ele próprio confessou a prática, conforme a Guarda Civil Municipal, e foi preso em flagrante na noite da segunda-feira. Está detido na Cadeia de Pilar do Sul e responderá pelas acusações de estupro de vulnerável, tráfico de droga e corrupção de menores. O padrasto foi descoberto porque a enteada levou um cigarro de maconha e um frasconete de cocaína para serem consumidos com outras cinco amigas de 13 e 14 anos no interior da escola em que estuda, num bairro da zona norte. A menina também responderá em liberdade por ato infracional porque teria oferecido droga às colegas.
As adolescentes foram descobertas enquanto utilizavam a droga embaixo de uma árvore no pátio da escola estadual. Elas fumavam o cigarro de maconha e o frasconete de cocaína estava na bolsa de uma delas. Segundo a Guarda Civil Municipal, duas adolescentes fugiram das funcionárias da escola e as quatro foram levadas para a sala da direção, onde uma delas assumiu que a droga era dela e acabou revelando com quem e como havia conseguido.
Questionada, a adolescente disse que o padrasto deu a maconha e a cocaína para que ela acariciasse o pênis dele. A equipe da escola acionou a Patrulha Escolar da Guarda Civil Municipal que saiu em procura do padrasto. Aos guardas ele negou que seja usuário de drogas, mas confirmou que cedeu a droga para que a menina lhe fizesse as carícias e pudesse tocar nos seios dela. O fato foi considerado como estupro de vulnerável porque aos 13 anos de idade, juridicamente, a vítima não tem o poder de discernimento. A violência sexual teria ocorrido na cama da mãe da menina, que tem 33 anos
Um operador de máquina de 28 anos.
ResponderExcluirnen nome tem ....eles nao coloca o nome do malandro nao sei porque. se fosse de salto de pirapora colocava rs ,,so deus....