Como vemos está bem claro que Selma Haddad tem apoio de Joel Haddad,agora Selma e Joel vem ai dizendo que o governo Haddad foi o melhor governo da cidade, mais será que eles não sabe que o povo não esqueceu que Joel nos últimos 4 anos transformou nossa cidade num verdadeiro caos,abaixo vocês irão relembrar um pouco da palhaçada que foi o governo Joel Haddad que agora apoia Selma Haddad.
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
SALTO DE PIRAPORA - [ 26/08 ] - TCE rejeita as contas de 2008 da Prefeitura
TCE rejeita as contas de 2008 da Prefeitura
Wilson Gonçalves Júnior
Notícia publicada na edição de 26/08/2010 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 6 do caderno A – Clique aqui.
As contas do prefeito de Salto de Pirapora, Joel David Haddad (PDT), no exercício de 2008, foram rejeitadas pela Primeira Câmara do Tribunal de Contas (TCE) do Estado de São Paulo. Entre as irregularidades graves encontradas estão a não aplicação de 25% do orçamento destinada ao ensino, como obriga a Constituição Federal, e gastos acima da média com publicidade e propaganda, em desacordo com a lei eleitoral. A assessoria de imprensa da Prefeitura informou ontem que irá se manifestar quando a administração analisar o parecer técnico do tribunal.
Uma cópia do parecer do conselheiro Cláudio Ferraz de Alvarenga foi encaminhado ao Ministério Público de Salto de Pirapora, visando instruir inquérito civil que apura renúncia de receita ou isenção de Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU).
O relatório da auditoria do TCE, sobre as contas da Prefeitura Municipal de Salto de Pirapora, aponta que a cidade investiu 23,5% da receita de impostos com ensino, já que o artigo 212 da Constituição Federal diz que é obrigação aplicar no mínimo 25%. Ainda na educação, no mesmo exercício, não aplicou os 95% dos recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) e chegou aos 87,1%.
Gastos eleitorais
Quanto aos gastos com publicidade e propaganda oficial, acima da média dos três anos anteriores (2005-2007), a Prefeitura ainda não apresentou os valores referentes aos meses de julho a dezembro. A infração cometida refere-se ao artigo 73 da lei eleitoral 9.504/97. Tudo porque Joel Haddad disputou e venceu o pleito de 2008, e nos três meses que antecedem o pleito ele não poderia autorizar publicidade institucional dos atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos federais, estaduais ou municipais.
Defesa
Em sua defesa no TCE, a Prefeitura alegou que a isenção de IPTU é regular e não caracteriza renúncia irregular de receita. Os índices de aplicação no ensino de Salto de Pirapora, diz a defesa, foram de 26,05% e não de 23,5%, como afirmou o TCE. Quanto a violação da legislação eleitoral, a administração municipal apontou que não houve infração, tendo em vista que as despesas foram feitas para publicação de atos administrativos, sem que existisse propaganda de cunho eleitoral.
Wilson Gonçalves Júnior
Notícia publicada na edição de 26/08/2010 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 6 do caderno A – Clique aqui.
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| • Foto: Luiz Setti - O prefeito Joel Haddad |
Uma cópia do parecer do conselheiro Cláudio Ferraz de Alvarenga foi encaminhado ao Ministério Público de Salto de Pirapora, visando instruir inquérito civil que apura renúncia de receita ou isenção de Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU).
O relatório da auditoria do TCE, sobre as contas da Prefeitura Municipal de Salto de Pirapora, aponta que a cidade investiu 23,5% da receita de impostos com ensino, já que o artigo 212 da Constituição Federal diz que é obrigação aplicar no mínimo 25%. Ainda na educação, no mesmo exercício, não aplicou os 95% dos recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) e chegou aos 87,1%.
Gastos eleitorais
Quanto aos gastos com publicidade e propaganda oficial, acima da média dos três anos anteriores (2005-2007), a Prefeitura ainda não apresentou os valores referentes aos meses de julho a dezembro. A infração cometida refere-se ao artigo 73 da lei eleitoral 9.504/97. Tudo porque Joel Haddad disputou e venceu o pleito de 2008, e nos três meses que antecedem o pleito ele não poderia autorizar publicidade institucional dos atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos federais, estaduais ou municipais.
Defesa
Em sua defesa no TCE, a Prefeitura alegou que a isenção de IPTU é regular e não caracteriza renúncia irregular de receita. Os índices de aplicação no ensino de Salto de Pirapora, diz a defesa, foram de 26,05% e não de 23,5%, como afirmou o TCE. Quanto a violação da legislação eleitoral, a administração municipal apontou que não houve infração, tendo em vista que as despesas foram feitas para publicação de atos administrativos, sem que existisse propaganda de cunho eleitoral.
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Santa Casa perderá de uma vez 16 médicos por falta de recursos
Prefeitura, responsável pelos repasses, promete alternativa até abril
19/02/2011 | SALTO DE PIRAPORA
Notícia publicada na edição de 19/02/2011 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 007 do caderno A
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Sônia e Carlos Maria: diminuição de repasses inviabiliza atendimento
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A Santa Casa de Misericórdia de Salto de Pirapora não terá 16 médicos de 10 especialidades a partir de 1º de março. O motivo do corte de funcionários, segundo os representantes do hospital, é a diminuição dos valores das subvenções repassados pelo Prefeitura local. O diretor de Saúde da cidade, Jairo Mendes de Góes, garante que a população não será afetada e já estuda a contratação de um outro convênio.
A Prefeitura só não garante a substituição dos médicos até o início do próximo mês. "Podemos fechar esse contrato antes de março ou no máximo até abril", comenta Góes. Segundo ele, mesmo que ocorra essa demora, os moradores de Salto de Pirapora terão um atendimento apropriado. "Encontraremos soluções", completa.
Os profissionais desligados do serviço público em 28 de fevereiro serão um de otorrinolaringologia, urologia, vascular, ultra-sonografia, endoscopia, neurologia e pediatria, dois de ginecologia, três de anestesia e quatro de cirurgia geral. "Ainda não fomos informados oficialmente sobre a posição da Prefeitura em relação à falta desses médicos", diz Carlos Maria Ibanez, diretor clínico da Santa Casa.
O único hospital de Salto de Pirapora já não conta desde dezembro do ano passado com a maternidade, fechada devido ao corte de gastos. Os 14 médicos do setor pediram demissão em massa após o grupo não conseguir um reajuste salarial. Mesmo com as portas fechadas, as gestantes da cidade não deixaram de ser atendidas e um contrato emergencial foi feito com a Santa Casa de Votorantim para receber as mulheres em trabalho de parto.
O governo de Salto de Pirapora fornece uma subvenção mensal à Santa Casa da cidade no valor de R$ 110 mil. E, para o custeio da maternidade e do pronto-atendimento, era repassado até 2010 mais R$ 280 mil. Os valores eram entregues à diretoria do hospital, responsável pela contratação de uma empresa terceirizada para desempenhar os trabalhos.
Segundo a administradora da Santa Casa de Salto de Pirapora, Sônia Maria Magalhães, apenas um pediatra prestará serviço no hospital a partir de março. "Passaremos a ter um concursado e o contratado será dispensado", diz.
A Santa Casa da cidade é uma entidade filantrópica com várias fontes de recursos e 92% de sua receita vem da Prefeitura, que repassa a verba destinada pelo Ministério da Saúde. "O governo municipal tem a autonomia de promover essas adequações, que refletem no hospital, e não são ilegais", diz Ibanez. O local continuará, a partir de março, com as unidades de pronto-atendimento e internação.
Protestos contra a má administração
NA ADMINISTRAÇÃO JOEL HADDAD ATÉ FUNCIONÁRIO FANTASMA TEVE NA PREFEITURA
Vereador e candidato a reeleição Joelzinho filho de Joel Haddad que apoia Selma Haddad foi chamado de ladrão por manifestantes
Vereador e candidato a reeleição Joelzinho filho de Joel Haddad que apoia Selma Haddad foi chamado de ladrão por manifestantes
Neste outro vídeo podemos ouvir a população gritando fora JOEL o Prefeito que apoia Selma Haddad
Caos na Saúde foi destaque na televisão
E agora Joel vem com reforma da santa casa em época de eleição só para beneficiar Selma Haddad
RELEMBRE TAMBÉM EM PROTESTO NA CÂMARA MUNICIPAL CONTRA A PÉSSIMA ADMINISTRAÇÃO JOEL HADDAD A VEREADORA MAGALI CANALLE (PT) É APLAUDIDA POR DEFENDER ESTUDANTES
O Nepotismo também foi destaque na administração que apoia Selma Haddad
07/09/2011 | SALTO DE PIRAPORA
Prefeito terá que exonerar as duas filhas
Liminar da Justiça determina a Joel Haddad exoneração imediata
Notícia publicada na edição de 07/09/2011 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 10 do caderno A - o conteúdo da edição impressa na internet é atualizado diariamente após as 12h.
Daniela Jacinto
daniela.jacinto@jcruzeiro.com.br
A Justiça de Salto de Pirapora concedeu na segunda-feira, dia 5, liminar que determina a exoneração das filhas do prefeito Joel David Haddad (PDT), sob pena de multa diária de R$ 1 mil, caso a ordem não seja cumprida. Jamile e Jaqueline Haddad ocupam cargos de confiança na Prefeitura, o que caracteriza o crime de nepotismo. Joel David Haddad já havia recebido recomendação do Ministério Público a respeito e teve o prazo de 15 dias para se manifestar, mas conforme o promotor de justiça Luiz Fernando Guinsberg Pinto, o prefeito limitou-se a dizer que o caso seria avaliado. Agora, com a liminar, o prefeito terá mais 15 dias para se manifestar, com direito a entrar com recurso, mas terá de recorrer sem as filhas no cargo.
Jamile Haddad é diretora municipal da Promoção Social e Habitação desde janeiro de 2005 e Jaqueline Haddad é diretora municipal da Administração desde agosto do ano passado. Ambas recebem, mensalmente, R$ 4.069,64. Há dois anos, as filhas do prefeito são amparadas pela Lei Complementar Nº 3, de 31 de março de 2009, que em seu anexo II determina que "compete ao cargo de diretor municipal exercer, entre outras, as atribuições de secretário municipal durante a legislatura de 2009 a 2012".
Conforme o entendimento do promotor de justiça Luiz Fernando Guinsberg Pinto, o prefeito equiparou o cargo de diretoria municipal ao das secretarias para conferir qualidade de agente político à referida função, com o objetivo de "burlar" a Súmula Vinculante Nº 13 do Supremo Tribunal Federal, que proíbe o nepotismo, ou seja, a contratação de parentes de autoridades e de funcionários para cargos de confiança, de comissão e de função gratificada no serviço público. Nesse caso, esclarece Luiz Fernando, ocupar cargo no secretariado municipal seria função de agente político, o que não caracterizaria nepotismo. Por isso o texto da promotoria alega inconstitucionalidade da referida Lei Complementar.
De acordo com análise da Justiça, "a mudança de nomenclatura não alterou o conteúdo ou as atribuições do cargo (...), é importante deixar claro que as requeridas não são Secretárias Municipais, mas ocupantes de cargos em Comissão de Diretores, o que já é suficiente para a declaração da nulidade de suas nomeações".
Outra irregularidade apontada pelo Ministério Público é que Jamile Haddad mantém um consultório particular de psicologia por meio do qual presta serviços ao Estado, mediante convênio firmado com o Detran, realizando exames psicotécnicos para candidatos à obtenção de CNH. De acordo com o promotor, a lei determina que a função de Jamile na Prefeitura seja exercida em período integral e por isso não é permitido ter outra atividade profissional.
daniela.jacinto@jcruzeiro.com.br
A Justiça de Salto de Pirapora concedeu na segunda-feira, dia 5, liminar que determina a exoneração das filhas do prefeito Joel David Haddad (PDT), sob pena de multa diária de R$ 1 mil, caso a ordem não seja cumprida. Jamile e Jaqueline Haddad ocupam cargos de confiança na Prefeitura, o que caracteriza o crime de nepotismo. Joel David Haddad já havia recebido recomendação do Ministério Público a respeito e teve o prazo de 15 dias para se manifestar, mas conforme o promotor de justiça Luiz Fernando Guinsberg Pinto, o prefeito limitou-se a dizer que o caso seria avaliado. Agora, com a liminar, o prefeito terá mais 15 dias para se manifestar, com direito a entrar com recurso, mas terá de recorrer sem as filhas no cargo.
Jamile Haddad é diretora municipal da Promoção Social e Habitação desde janeiro de 2005 e Jaqueline Haddad é diretora municipal da Administração desde agosto do ano passado. Ambas recebem, mensalmente, R$ 4.069,64. Há dois anos, as filhas do prefeito são amparadas pela Lei Complementar Nº 3, de 31 de março de 2009, que em seu anexo II determina que "compete ao cargo de diretor municipal exercer, entre outras, as atribuições de secretário municipal durante a legislatura de 2009 a 2012".
Conforme o entendimento do promotor de justiça Luiz Fernando Guinsberg Pinto, o prefeito equiparou o cargo de diretoria municipal ao das secretarias para conferir qualidade de agente político à referida função, com o objetivo de "burlar" a Súmula Vinculante Nº 13 do Supremo Tribunal Federal, que proíbe o nepotismo, ou seja, a contratação de parentes de autoridades e de funcionários para cargos de confiança, de comissão e de função gratificada no serviço público. Nesse caso, esclarece Luiz Fernando, ocupar cargo no secretariado municipal seria função de agente político, o que não caracterizaria nepotismo. Por isso o texto da promotoria alega inconstitucionalidade da referida Lei Complementar.
De acordo com análise da Justiça, "a mudança de nomenclatura não alterou o conteúdo ou as atribuições do cargo (...), é importante deixar claro que as requeridas não são Secretárias Municipais, mas ocupantes de cargos em Comissão de Diretores, o que já é suficiente para a declaração da nulidade de suas nomeações".
Outra irregularidade apontada pelo Ministério Público é que Jamile Haddad mantém um consultório particular de psicologia por meio do qual presta serviços ao Estado, mediante convênio firmado com o Detran, realizando exames psicotécnicos para candidatos à obtenção de CNH. De acordo com o promotor, a lei determina que a função de Jamile na Prefeitura seja exercida em período integral e por isso não é permitido ter outra atividade profissional.
19/10/2011 | SALTO DE PIRAPORA
MP pede a cassação do prefeito Joel Davi Haddad
Político responde a processo de improbidade pela contratação das filhas
Notícia publicada na edição de 19/10/2011 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 9 do caderno A - o conteúdo da edição impressa na internet é atualizado diariamente após as 12h.
Leandro Nogueira
leandro.nogueira@jcruzeiro.com.br
A cassação do mandato, a perda dos direitos políticos e a aplicação de multa milionária estão entre as penas pedidas pelo Ministério Público (MP) na ação contra o prefeito de Salto de Pirapora, Joel Davi Haddad (PDT), que responde pela acusação de improbidade administrativa por nepotismo. Ele foi notificado pela Justiça no último dia 7, com prazo para apresentar defesa por escrito até o dia 24 deste mês. Procurados por meio da assessoria de imprensa na tarde de ontem, prefeito e secretários municipais não quiseram se manifestar. Joel Haddad empregou na Prefeitura, com salários de R$ 4 mil cada uma, as filhas Jamile Haddad e Jaqueline Haddad. Ambas só foram demitidas por força de decisão judicial provisória mantida em segunda instância.
O promotor de justiça Luiz Fernando Guinsberg Pinto sugere que a Justiça condene o prefeito a cumprir as seguintes penas: perda da função pública, pagamento de multa de até cem vezes o valor da remuneração (R$ 1,255 milhão), a suspensão dos direitos políticos de três a cinco anos, proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais pelo prazo de três anos. A ação de responsabilidade civil por ato de improbidade administrativa proposta pelo promotor foi acatada pela juíza Tamar Oliva de Souza Totaro, para futuro julgamento.
A acusação
Na denúncia, o promotor detalhou que em 21 de janeiro de 2005, no primeiro mandato, Joel Haddad nomeou a filha Jamile para o cargo de diretora da Promoção Social e Habitação. Em novembro 2008, o Supremo Tribunal Federal proibiu o nepotismo, ressaltando que a decisão não era aplicável aos cargos políticos, como os de secretários municipais. "Além de deixar de exonerar sua filha, Jamile Haddad, tão logo reeleito o prefeito apresessou-se em encaminhar à Câmara Municipal, na época presidida por seu filho Joel David Haddad Filho, projeto de lei transformando as diretorias municipais em secretarias municipais, com o nítido objetivo de burlar a então recém-editada súmula vinculante (decisão do Supremo Tribunal Federal)", denunciou o promotor.
Com a aprovação do projeto ficaram criadas 11 secretarias municipais a partir de 2013, mas desde então equipara as funções e salários de diretores a de secretários municipais, segundo o promotor. ""Aberto o caminho para a reimplantação do nepotismo na Prefeitura Municipal de Salto de Pirapora, o prefeito nomeou Jaqueline Haddad, sua outra filha, para exercer o cargo em comissão de Diretora de Administração a partir de 2 de agosto de 2010"", aponta a denúncia.
Para o promotor, além de deixar de cumprir a norma constitucional reafirmada pelo Supremo Tribunal Federal, "com abuso e desvio do poder legislativo, usou-se de expediente fraudulento, consistente no encaminhamento de projeto de lei visando burlar a referida súmula e manter em cargo em comissão sua filha Jamile Haddad e, ainda, nomear para outro cargo em comissão, Jaqueline Haddad, sua outra filha, como o único objetivo de beneficiá-las economicamente", resumiu.
Entenda o caso
Em agosto deste ano o MP recomendou ao prefeito Joel Haddad a demitir as duas filhas observando que a lei proíbe o nepotismo. O promotor Luiz Pinto alertava que a recomendação era feita sob pena do prefeito responder a uma eventual ação de improbidade administrativa. O prefeito manteve as filhas nas funções e na ocasião respondeu ao MP "que o assunto merece especial atenção desta Administração, que será devidamente avaliado e decidido nos moldes legais aplicáveis."
No início de setembro a Justiça de Salto de Pirapora decidiu provisoriamente (por liminar) pelo afastamento das duas filhas do prefeito, sob pena de multa diária de R$ 1 mil, caso a ordem não fosse cumprida. A Prefeitura recorreu ao Tribunal de Justiça do Estado (segunda instância), que no final de setembro manteve a decisão provisória da primeira instância: a da demissão. No dia 13 de setembro, apesar da decisão liminar, o Cruzeiro do Sul fez imagens de Jamile Haddad no interior do prédio da Assistência Social, atrás do balcão de atendimento ao público. Ela não atendeu à reportagem e a Prefeitura não informou o que ela fazia lá.
No jornal oficial do município publicado no início de outubro, constavam as demissões de vários funcionários municipais contratados sem concurso público e que possuíam ligação familiar com políticos de Salto de Pirapora. Eram quatro profissionais com algum grau de parentesco com o prefeito, a filha do presidente da Câmara, Eliel Rodrigues (PDT) e a cunhada da vereadora Magali Canalle (PT). Informava que as filhas do prefeito haviam sido demitidas no dia 8 de setembro e os outros quatro funcionários, uma semana depois, no dia 15. Por meio da assessoria de imprensa, a Prefeitura esclareceu que a Administração decidiu exonerar os demais trabalhadores sem concurso público (cargos de confiança) que possuem grau de parentesco com políticos, enquanto a legalidade das contratações das duas filhas do prefeito estiver sendo discutida na Justiça.
leandro.nogueira@jcruzeiro.com.br
A cassação do mandato, a perda dos direitos políticos e a aplicação de multa milionária estão entre as penas pedidas pelo Ministério Público (MP) na ação contra o prefeito de Salto de Pirapora, Joel Davi Haddad (PDT), que responde pela acusação de improbidade administrativa por nepotismo. Ele foi notificado pela Justiça no último dia 7, com prazo para apresentar defesa por escrito até o dia 24 deste mês. Procurados por meio da assessoria de imprensa na tarde de ontem, prefeito e secretários municipais não quiseram se manifestar. Joel Haddad empregou na Prefeitura, com salários de R$ 4 mil cada uma, as filhas Jamile Haddad e Jaqueline Haddad. Ambas só foram demitidas por força de decisão judicial provisória mantida em segunda instância.
O promotor de justiça Luiz Fernando Guinsberg Pinto sugere que a Justiça condene o prefeito a cumprir as seguintes penas: perda da função pública, pagamento de multa de até cem vezes o valor da remuneração (R$ 1,255 milhão), a suspensão dos direitos políticos de três a cinco anos, proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais pelo prazo de três anos. A ação de responsabilidade civil por ato de improbidade administrativa proposta pelo promotor foi acatada pela juíza Tamar Oliva de Souza Totaro, para futuro julgamento.
A acusação
Na denúncia, o promotor detalhou que em 21 de janeiro de 2005, no primeiro mandato, Joel Haddad nomeou a filha Jamile para o cargo de diretora da Promoção Social e Habitação. Em novembro 2008, o Supremo Tribunal Federal proibiu o nepotismo, ressaltando que a decisão não era aplicável aos cargos políticos, como os de secretários municipais. "Além de deixar de exonerar sua filha, Jamile Haddad, tão logo reeleito o prefeito apresessou-se em encaminhar à Câmara Municipal, na época presidida por seu filho Joel David Haddad Filho, projeto de lei transformando as diretorias municipais em secretarias municipais, com o nítido objetivo de burlar a então recém-editada súmula vinculante (decisão do Supremo Tribunal Federal)", denunciou o promotor.
Com a aprovação do projeto ficaram criadas 11 secretarias municipais a partir de 2013, mas desde então equipara as funções e salários de diretores a de secretários municipais, segundo o promotor. ""Aberto o caminho para a reimplantação do nepotismo na Prefeitura Municipal de Salto de Pirapora, o prefeito nomeou Jaqueline Haddad, sua outra filha, para exercer o cargo em comissão de Diretora de Administração a partir de 2 de agosto de 2010"", aponta a denúncia.
Para o promotor, além de deixar de cumprir a norma constitucional reafirmada pelo Supremo Tribunal Federal, "com abuso e desvio do poder legislativo, usou-se de expediente fraudulento, consistente no encaminhamento de projeto de lei visando burlar a referida súmula e manter em cargo em comissão sua filha Jamile Haddad e, ainda, nomear para outro cargo em comissão, Jaqueline Haddad, sua outra filha, como o único objetivo de beneficiá-las economicamente", resumiu.
Entenda o caso
Em agosto deste ano o MP recomendou ao prefeito Joel Haddad a demitir as duas filhas observando que a lei proíbe o nepotismo. O promotor Luiz Pinto alertava que a recomendação era feita sob pena do prefeito responder a uma eventual ação de improbidade administrativa. O prefeito manteve as filhas nas funções e na ocasião respondeu ao MP "que o assunto merece especial atenção desta Administração, que será devidamente avaliado e decidido nos moldes legais aplicáveis."
No início de setembro a Justiça de Salto de Pirapora decidiu provisoriamente (por liminar) pelo afastamento das duas filhas do prefeito, sob pena de multa diária de R$ 1 mil, caso a ordem não fosse cumprida. A Prefeitura recorreu ao Tribunal de Justiça do Estado (segunda instância), que no final de setembro manteve a decisão provisória da primeira instância: a da demissão. No dia 13 de setembro, apesar da decisão liminar, o Cruzeiro do Sul fez imagens de Jamile Haddad no interior do prédio da Assistência Social, atrás do balcão de atendimento ao público. Ela não atendeu à reportagem e a Prefeitura não informou o que ela fazia lá.
No jornal oficial do município publicado no início de outubro, constavam as demissões de vários funcionários municipais contratados sem concurso público e que possuíam ligação familiar com políticos de Salto de Pirapora. Eram quatro profissionais com algum grau de parentesco com o prefeito, a filha do presidente da Câmara, Eliel Rodrigues (PDT) e a cunhada da vereadora Magali Canalle (PT). Informava que as filhas do prefeito haviam sido demitidas no dia 8 de setembro e os outros quatro funcionários, uma semana depois, no dia 15. Por meio da assessoria de imprensa, a Prefeitura esclareceu que a Administração decidiu exonerar os demais trabalhadores sem concurso público (cargos de confiança) que possuem grau de parentesco com políticos, enquanto a legalidade das contratações das duas filhas do prefeito estiver sendo discutida na Justiça.
Até lixo em local público a Prefeitura jogou Relembre
FUNCIONÁRIOS DA PREFEITURA SÃO FLAGRADOS JOGANDO LIXO EM LOCAL PROIBIDO POR ELES MESMO
Funcionários da prefeitura de Salto de Pirapora,faram flagrados jogando lixo em local proibido no jardim Santa maria, o fato ocorreu em agosto,eles estavam jogando lixo entulho e materiais recicláveis,estas fotos faram tiradas por moradores do local
OPINIÃO:SE A PROPIÁ PREFEITURA FAZ ISTO IMAGINE O RESTO DA POPULAÇÃO ,ELES QUE DEVERIAM DAR EXEMPLO NÃO DÃO QUE VERGONHA PREFEITURA.
OPINIÃO:SE A PROPIÁ PREFEITURA FAZ ISTO IMAGINE O RESTO DA POPULAÇÃO ,ELES QUE DEVERIAM DAR EXEMPLO NÃO DÃO QUE VERGONHA PREFEITURA.
SÁBADO, 8 DE OUTUBRO DE 2011
CADE AS OBRAS?
PREFEITURA PROMETEU E NÃO CUMPRIU
VEJA ABAIXO O JORNAL DO MUNICÍPIO COM MATÉRIAS DE OBRAS QUE IRIAM SER FEITAS, IRIAM POIS NÃO FOI FEITO NADA ATÉ AGORA
VEJA ABAIXO O JORNAL DO MUNICÍPIO COM MATÉRIAS DE OBRAS QUE IRIAM SER FEITAS, IRIAM POIS NÃO FOI FEITO NADA ATÉ AGORA
Cadê o asfalto do Bairro Arco-Íris e bairro Dos Leites que foram prometidos para o 1º trimestre de 2010.
Cadê a finalização das obras das áreas de Lazer da cidade, com verbas do Governo do Estado.
Cadê o Distrito Industrial 2,Cadê a Nova Santa Casa, Cadê tanta coisa que o Atual Governo Prometeu e NÃO CUMPRIU, 2012 É Ano de eleições não Vamos cometer os Mesmos erros do Passado, NÃO vamos voltar para traz,com pessoas que tiveram oportunidade e nada fizeram,vamos abrir os olhos para não acontecer o que está acontecendo agora.
NR NOTÍCIAS UM BLOGGER A SERVIÇO DO POVO
E AGORA VOCÊ ACHA QUE SELMA HADDAD MERECE SEU VOTO? SENDO APOIADA POR JOEL HADDAD, CUJO A ADMINISTRAÇÃO FOI REPLETA DE SUJEIRA PARE E PENSE VAMOS CONTINUAR A MESMA PALHAÇADA OU RENOVAR DE VEZ A POLÍTICA DE NOSSO MUNICÍPIO.








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