Três filhas do acusado procuraram a polícia para denunciar os casos de abusos contra as meninas
O aposentado J.C.S., 56 anos, foi preso ontem no bairro Aparecidinha acusado de violentar a própria neta de apenas 9 de idade, e de quem ele tinha a guarda provisória. O drama familiar no entanto não para por aí: a violência sexual se estendia às outras nove netas, e o crime só foi descoberto porque uma delas, de 10 anos de idade, se desesperou ao saber que a prima estaria sozinha com o avô ontem pela manhã, e resolveu contar tudo para sua mãe. A partir disso todas as outras netas confirmaram que eram seviciadas mediante ameaça de morte. O caso chocou os policiais militares que atenderam à ocorrência.
Por volta das 9h30 de ontem, as três filhas do acusado procuraram pelos soldados Tadeu e Furlanes, na base móvel do Éden, para falar da suspeita sobre o aposentado a partir do relato feito pela neta de 10 anos, que também era constantemente abusada pelo parente, e que temia pela prima de 9 anos, que ficaria ontem a sós com o avô no local de trabalho dele, no bairro de Aparecidinha. Ele trabalha com limpeza de material reciclado.
No local, a menina foi encontrada lavando os objetos para o avô, mas como ela se recusava a falar com os soldados, a soldado Meire foi chamada e conseguiu obter seu relato. De acordo com a policial, a menina contou detalhes que comprovavam os abusos sexuais. A soldado Meire perguntou à menina se o avô usava preservativo, e soube-se que não.
Já no Plantão Norte, a delegada Elisabete Molina ouviu outras oito netas do acusado, e para o espanto de todos as versões foram bastante semelhantes. Entre os relatos está o de uma neta que hoje tem 16 anos, que foi abusada por ele entre os 6 e 10 anos de idade. E foi com base nesses relatos que a delegada prendeu o aposentado por "estupro de vulnerável", com agravante pela ascendência. Isso pode elevar a pena, que varia de 8 a 15 anos de reclusão, em até sua metade. Os policiais apuraram que ontem o avô teria abusado da neta na casa dos fundos do barracão onde ele trabalha. O lençol e as roupas da menina foram apreendidos para perícia e ainda ontem à noite a garotinha passaria por exame de corpo de delito.
As filhas dele, todas revoltadas com o pai e chorando, explicaram aos policiais que a neta vitimada ontem é filha do único filho dele, mas que o pai dela moraria em outro estado, sem ter contato com a família. E por ninguém também saber o paradeiro da mãe dela é que a guarda havia ficado com o avô. Agora, segundo o conselheiro tutelar Paulo Eduardo Cardoso, a menina ficará com uma das tias. Isso porque, a avó, esposa do acusado, ficou em estado de choque ao saber de tudo, não tendo condições físicas e nem psicológicas para cuidar da neta. A família inclusive suspeita agora que ele dopava a própria esposa para poder abusar da neta.
Mas de acordo com os policiais militares, ele não teria nunca consumado a relação, e segundo a delegada, isso se explica pelo fato da ascendência tão próxima, sendo que se for realmente violentar alguém da família normalmente o agressor mata a vítima para não ser delatado. A delegada Elisabete Molina disse ainda que agora o inquérito vai ter continuídade junto à Delegacia de Defesa da Mulher (DDM). Negando o tempo todo a acusação, o aposentado teria dito para a delegada que estavam fazendo dele "um monstro". Ele foi levado para o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Aparecidinha.
As filhas do acusado se recusaram a falar com a reportagem, mesmo com a garantia de que não seriam identificadas. Mesmo assim, no bairro da Aparecidinha a história já havia se espalhado, e de acordo com os policiais, os moradores estariam também revoltadíssimos. A reportagem não divulgou o nome por extenso do acusado, bem como onde ele foi detido, exatamente para não identificar as vítimas, mesmo que indiretamente.
Por volta das 9h30 de ontem, as três filhas do acusado procuraram pelos soldados Tadeu e Furlanes, na base móvel do Éden, para falar da suspeita sobre o aposentado a partir do relato feito pela neta de 10 anos, que também era constantemente abusada pelo parente, e que temia pela prima de 9 anos, que ficaria ontem a sós com o avô no local de trabalho dele, no bairro de Aparecidinha. Ele trabalha com limpeza de material reciclado.
No local, a menina foi encontrada lavando os objetos para o avô, mas como ela se recusava a falar com os soldados, a soldado Meire foi chamada e conseguiu obter seu relato. De acordo com a policial, a menina contou detalhes que comprovavam os abusos sexuais. A soldado Meire perguntou à menina se o avô usava preservativo, e soube-se que não.
Já no Plantão Norte, a delegada Elisabete Molina ouviu outras oito netas do acusado, e para o espanto de todos as versões foram bastante semelhantes. Entre os relatos está o de uma neta que hoje tem 16 anos, que foi abusada por ele entre os 6 e 10 anos de idade. E foi com base nesses relatos que a delegada prendeu o aposentado por "estupro de vulnerável", com agravante pela ascendência. Isso pode elevar a pena, que varia de 8 a 15 anos de reclusão, em até sua metade. Os policiais apuraram que ontem o avô teria abusado da neta na casa dos fundos do barracão onde ele trabalha. O lençol e as roupas da menina foram apreendidos para perícia e ainda ontem à noite a garotinha passaria por exame de corpo de delito.
As filhas dele, todas revoltadas com o pai e chorando, explicaram aos policiais que a neta vitimada ontem é filha do único filho dele, mas que o pai dela moraria em outro estado, sem ter contato com a família. E por ninguém também saber o paradeiro da mãe dela é que a guarda havia ficado com o avô. Agora, segundo o conselheiro tutelar Paulo Eduardo Cardoso, a menina ficará com uma das tias. Isso porque, a avó, esposa do acusado, ficou em estado de choque ao saber de tudo, não tendo condições físicas e nem psicológicas para cuidar da neta. A família inclusive suspeita agora que ele dopava a própria esposa para poder abusar da neta.
Mas de acordo com os policiais militares, ele não teria nunca consumado a relação, e segundo a delegada, isso se explica pelo fato da ascendência tão próxima, sendo que se for realmente violentar alguém da família normalmente o agressor mata a vítima para não ser delatado. A delegada Elisabete Molina disse ainda que agora o inquérito vai ter continuídade junto à Delegacia de Defesa da Mulher (DDM). Negando o tempo todo a acusação, o aposentado teria dito para a delegada que estavam fazendo dele "um monstro". Ele foi levado para o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Aparecidinha.
As filhas do acusado se recusaram a falar com a reportagem, mesmo com a garantia de que não seriam identificadas. Mesmo assim, no bairro da Aparecidinha a história já havia se espalhado, e de acordo com os policiais, os moradores estariam também revoltadíssimos. A reportagem não divulgou o nome por extenso do acusado, bem como onde ele foi detido, exatamente para não identificar as vítimas, mesmo que indiretamente.
OPINIÃO:Este vagabundo sem vergonha safado pilantra tem que mofar na cadeia cadeia nele!!!
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